O jornal mais antigo em circulação do Agreste Setentrional de Pernambuco

Terça-Feira, 16 de Agosto de 2022 03:45

Documentos atestam veracidade da notícia

05/12/2016

Por Fernando Guerra

Registros de documentos que se encontram nos arquivos do Correio do Agreste comprovam a veracidade das notícias veiculadas na edição impressa deste periódico de número 264 que passou a circular no primeiro dia de dezembro.Naquele jornal a sua principal manchete estampava que “Ana Célia receberá 60 % a mais que Túlio.”

Essa nova Lei que foi promulgada no dia 27 de outubro, ou seja “após as eleições”, tem o Nº 618/2016 e aumenta os subsídios do Chefe do Poder Municipal e seu vice em cerca de 60%  e dos secretários em 50%. Publicamos, em seguida, cópias dessa “Promulgação” para que o vereador Bomba, um dos que assinaram o aumento, ou funcionários da Casa, como Zé Batista, não retornem aos microfones de emissoras de rádio locais para dizer que o Correio do Agreste faltou com a verdade.

Temos cópias da Lei Municipal 293/2012 que determinou os salários de Túlio Vieira em 15 mil reais e da Lei Municipal 618/2016 que promoveu um verdadeiro pacote de bondades, aumentando inexplicável e irresponsavelmente os ganhos do Chefe do Executivo e seu vice para 24 mil reais e 12 mil reais respectivamente.Outras cópias como a do Ofício da Prefeitura comunicando o VETO TOTAL ao Projeto da Câmara encaminhado ao Prefeito dando conta da “REJEIÇÃO AO VETO” subscrito pelo presidente da Casa, Fabrício Brito, datado em 21 de outubro, atestam as movimentações feitas um pouco antes e depois das eleições.Como ninguém soube dessas medidas, é um mistério.

A editoria do Correio do Agreste, ao mesmo tempo que repudia as acusações de funcionários e vereadores que aprovaram esses aumentos, sente-se tranquila com a consciência do dever cumprido. A depender de tantos outros veículos de comunicação, sobretudo blogueiros que frequentam todas as seções do Legislativo, essa notícia não chegaria ao conhecimento da população surubinense.

Certamente as decisões da Câmara não lhes chegaram ao conhecimento. A nossa pergunta é: “Que razões teriam os nossos edis para contemplar tão generosamente um novo prefeito?”

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