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Terça-Feira, 9 de Junho de 2026 02:24

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  • Águas de Jucazinho encobrem nossa História

    Barragem de Jucazinho localizada na zona rural de Surubim (Foto: Lulu/ Surubim News)

    Fernando F. Guerra

    Quando a represa de Jucazinho encontra-se cheia, suas águas encobrem momentos importantes da História do país.

    No álveo do nosso “rio das capivaras”, engolido pelo represamento de suas águas, além dos heróis confederados surpreendidos pela emboscada de Couro Dantas ali sepultados, um canhão também foi enterrado em suas margens.

    No fatídico dia 30 de setembro de 1824, as tropas da Confederação do Equador que seguiam para o Ceará pelo caminho margeando o Rio Capibaribe foi atacada de surpresa, sendo, certamente, esse o maior embate em que elas se envolveram até seu destino final.

    No “Diário de Campanha” redigido por Frei Caneca encontra-se relatado esse momento nos seguintes termos:

    Chegando a divisão a Couro Danta, légua e meia de distância, esqueceram-se todos de ser aquele ponto em que, segundo avisos, o inimigo pretendia tirar a desforra do Limoeiro, e assim o satisfizemos com nosso estrago e perda”.

    Na margem oposta, à direita do Capibaribe, por onde deveriam prosseguir viagem, “o caminho era estreito, ficando um despenhadeiro para o rio, cuja descida além de ser íngreme e rápida estava coberta de arvoredo e à esquerda (margem direita do rio) corria um lombo de terra da altura de cinco braças (…) com umas trincheiras naturais de pedregulho e este trânsito teria de extensão bem suas trinta braças”. 

    A divisão em marcha não seguira o método que era racional e prudente para sua segurança precavendo-se contra grupos armados que iam adiante provocando emboscadas. O Frei Jerônimo de São José, o mesmo personagem que fora rechaçado em Limoeiro, reorganizou-se e atacou as forças liberais impondo-lhes perdas consideráveis nesse local, cuja margem esquerda do rio pertence ao município de Frei Miguelinho e sua margem direita ao município de Riacho das Almas.

    A guarda avançada adiantara-se e quando foi querer deixar atrás o lugar do perigo, rompeu o fogo inimigo na frente, nos lados e no centro”. Nessa investida ficaram vários mortos entre os patriotas.

    “João Cândido que por sua desgraça ia também desordenadamente diante da guarda avançada, recebeu uma descarga da trincheira da frente e caiu imediatamente morto, caindo também ferido o capitão Carneiro, com três tiros de chumbo e palanquetas¹, sem poder se levantar. O governador ferido de chumbo e não podendo sustentar nas rédeas do cavalo espantado, caiu pela ribeira abaixo entre os inimigos que ocupados em dar descargas para cima não o viraram ou o reservaram para depois. João Soares Lisboa que ia igualmente depois do governador das armas, ao apear-se do cavalo para fugir do perigo foi ferido d’uma palanqueta no vazio direito que lhe ficou sobre o umbigo, com outra em um braço. Morreram logo um soldado e pouco depois o valente Manoel de Carvalho que caiu e foi dizendo: Adeus minha pátria! Saíram feridos vinte dos quais morreram depois alguns”.                                                                

    “João Soares Lisboa uma das pessoas cuja falta era mais sensível, logo que foi ferido deu os mais claros indícios de não sobreviver a esse desastre; veio a morrer no dia seguinte trinta e duas a trinta e três horas depois de ferido. Português de nascimento era brasileiro por afeição. Decidiu-se pela liberdade do Brasil e por esta se dedicou a escrever o Correio do Rio de Janeiro único periódico do Rio dito pelos franceses. Pelo periódico da oposição pela sua decisão em favor da liberdade foi degredado para Buenos Aires e depois pela intriga dos Andrades ficou oito meses preso no Rio de Janeiro para ser degredado por oito anos, saindo da prisão pela dissolução da assembleia, por um perdão dado pelo Imperador e se passou a Pernambuco onde trabalhou quanto esteve em seu poder para sustentar a liberdade das províncias do Norte contra o despotismo do Rio de Janeiro. E para se entender melhor o plano da tirania escreveu O Desengano dos Brasileiros”.

    Foi sepultado no último dia do mês de setembro na ribeira do Capibaribe onde o manto das águas da represa do Jucazinho lhe cobre os restos mortais e lhe dão o sossego da eternidade.

    No dia anterior, nesse percurso, ao chegarem nas proximidades de Bateria, “pela ruindade dos caminhos quebrou-se a carreta de calibre 6 e não havendo meios de a conduzir, foi desamparada depois de se haver encravada e enterrada”.

    Dois séculos depois, esse canhão continua enterrado às margens do Capibaribe. Essa é uma afirmação decorrente da mais completa falta de notícias sobre o destino da “carreta de calibre 6” abandonada nas proximidades de Bateria.

    Certamente nunca foi encontrada.

    1 – Palanquetas eram projéteis compostos por duas esferas ligadas por uma corrente ou barra de ferro.

     

    A Carreta Calibre 6

    Carreta de calibre 6 de procedência inglesa. Foto cedida pelo historiador Clóvis Lobo

    A Carreta calibre 6 conforme o historiador Clóvis Lobo nos esclarece com pormenores, é um conjunto de peça de artilharia (um pequeno canhão) de antecarga (que se carregava pela boca), pesando 254 kg. Tracionada por animais, com 2,1 metros de comprimento e calibre 9,6 cm (96 mm) atirava projéteis arredondados pesando cerca de 3 kg.

    Munições poderiam ser projéteis esféricos ou metralhas (Foto: Smothbore Ordnance Journal)

    Suas munições poderiam ser projéteis esféricos ou metralhas (fotos acima) e tinha uma cadência de 2 tiros por minuto, com um alcance efetivo de 732 a 823 metros e alcance máximo de 1554 m. Esses canhões produzidos na Inglaterra foram exportados para os aliados ingleses incluindo Portugal. Os ingleses os utilizaram nas batalhas contra as tropas de Napoleão e foram deixados sem uso a partir da segunda década do século XIX.

  • Dona Zuleide Barbosa comemora em família seus 90 anos

    Dona Zuleide Barbosa e os filhos: Berta, Maurício, Fábio, Murilo, Flávia e José Geraldo (Foto: Reprodução/ Arquivo Familiar)

    Fernando F. Guerra

    Um almoço reunindo seus familiares comemorou a passagem dos 90 anos de Dona Zuleide Barbosa, viúva do ex-deputado estadual Geraldo Barbosa. O encontro realizou-se em sua residência de Recife, neste domingo, dia 18 de maio, com seus filhos, Murilo Barbosa (ex-prefeito de Surubim e atualmente exercendo o mandato de vereador), José Geraldo Barbosa Filho (ex-vereador de Frei Miguelinho), Fábio Barbosa (diretor da Rádio Integração FM e ex-vice-prefeito de Surubim), Maurício, Berta, Dra. Flávia, netos, bisnetos, suas irmãs Iolanda e Ina e o cunhado Dr. Pedro Barbosa.

    Esse congraçamento familiar teve uma simbologia especial porquanto ela e as suas duas irmãs, que se encontram com idades acima de 90 anos, são os únicos filhos vivos de Dona Josefa Farias de Miranda. José Henrique Filho e Maria do Carmo Guerra, genitora do editor deste jornal, já não se encontram conosco.

    Irmãs nonagenárias: Iolanda, Ina e Zuleide (Foto: Reprodução/ Arquivo Familiar)

    Neste ambiente de afeto, o encontro não foi apenas uma comemoração de anos vividos, mas uma celebração do valor da família e da trajetória da aniversariante, que segue como exemplo para as próximas gerações.

  • Idoso de 82 anos morre após ser atropelado por moto em Surubim

    José Vitorino Cardoso, tinha 82 anos e morreu em Paudalho quando era transferido para o Hospital da Restauração, em Recife (Foto: Reprodução/ Whatsapp)

    Um idoso de 82 anos morreu após ser atingido por uma moto no final da manhã deste sábado (17), em um cruzamento próximo ao Pátio da Usina, em Surubim. Uma câmera de segurança flagrou o momento do acidente. Era 11h05 quando a vítima sai da calçada de uma farmácia e atravessa a via em direção à rua Oscar Loureiro. A moto seguia em alta velocidade na Avenida São Sebastião sentido Centro da cidade e atropela o homem próximo ao antigo posto de Zé Arruda.

    Ele foi identificado como José Vitorino Cardoso e morava no Loteamento Nova Esperança. Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para o Hospital São Luiz, a vítima foi encaminhada ao Hospital da Restauração, no Recife, mas segundo a equipe médica, sofreu uma parada cardíaca em Paudalho, sendo levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) daquele município, onde faleceu.

    Testemunhas, informaram que o condutor da moto também ficou ferido e se evadiu do local do acidente antes mesmo de ser identificado. A motocicleta teve a placa anotada. O corpo do idoso foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML), na capital pernambucana. O sepultamento deve ocorrer nesta segunda-feira (19), em horário ainda a ser definido pela família. A Delegacia de Polícia Civil de Surubim irá investigar o caso.

  • Cejusc/Surubim realiza mutirão em parceria com Procon, Compesa e PM

    Mutirão será realizado na sede do Juizado Especial Cível, na Rua Oscar Loureiro (Foto: Tiago Alves/ Reprodução)

    Nesta quarta-feira, dia 14 de maio, das 8h às 16h, a população de Surubim contará com mais uma importante iniciativa do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc). A ação ocorrerá na sede do Juizado Especial Cível, localizada na Rua Oscar Loureiro, no bairro da Cabaceira, e reunirá diversas entidades para oferecer atendimento especializado à população.

    O mutirão contará com a participação do Procon e da Compesa, para tratar de demandas relacionadas às concessionárias de serviços públicos. Além disso, haverá atendimento médico, aferição de pressão arterial e glicemia.

    A ação também vai contar com a parceria da Polícia Militar que estará realizando o cadastramento de aparelhos telefônicos no programa “Alerta Celular”, que facilita o rastreamento e recuperação de celulares roubados.

  • Noé Souto Maior: um grande benfeitor de Bom Jardim

    Noé Souto Maior foi secretário municipal, vice-prefeito e prefeito por dois mandatos (Foto: Divulgação/ Reprodução)

    Por Doddo Felix

    Filho caçula dos dez filhos do casal Manoel Arnóbio Souto Maior e Marieta Travassos Souto Maior, nasceu em Bom Jardim, a 12 de setembro de 1926. Teve “uma infância humilde, porém muito feliz”, conforme declara na autobiografia “Rabiscos – Memórias de 90 anos”.

    Do casamento com Íris Vieira Souto Maior, realizado em 12 de outubro de 1952, nasceram 5 filhos: uma mulher e quatro homens, que lhes deram 15 netos, 15 bisnetos e uma trineta.

    Exerceu o cargo de secretário da Prefeitura Municipal de Bom Jardim durante as administrações dos prefeitos Arthur Guerra Cavalcanti e João Lucena Barbosa da Silva. Na mesma época, foi também secretário e presidente da Cooperativa de Crédito Rural local, bem como presidente do Varonil Sport Club. Em seguida, foi convidado para assumir o cargo de secretário da Prefeitura Municipal de Moreno, em que permaneceu por toda a gestão do prefeito Ney Maranhão.

    Com a aposentaria do seu pai no cartório de Bom Jardim, assumiu a titularidade do Cartório do 2.º Ofício, aposentando-se ao completar 70 anos de idade. Concomitantemente ao exercício do cargo de escrivão e tabelião, foi delegado de Ensino do município de Bom Jardim e presidiu a Liga de Proteção à Maternidade e Infância desta cidade.

    Disputou e venceu a eleição para prefeito de seu torrão natal no pleito realizado em 18 de agosto de 1963, vencendo dois concorrentes. Empossado a 9 de novembro do mesmo ano, governou até 31 de janeiro de 1969.

    Sem mais nenhuma intenção de voltar a disputar cargo eletivo, foi instado a compor a chapa do correligionário, amigo e líder político, Dr. Oswaldo Lima, como vice-prefeito na acirrada disputa eleitoral de 1972.

    A chapa encabeçada pelo Dr. Oswaldo foi vitoriosa, não obstante “por força de licença do titular”, a gestão municipal foi exercida pelo vice-prefeito do 1º ao último dia do mandato.

    À frente de duas administrações, o prefeito Noé Souto Maior fez história, apresentando um trabalho profícuo e inovador, graças à realização de obras cruciais para o crescimento da cidade e desenvolvimento do município.

    Uma delas, de amplo alcance social, foi a construção da vila Noelândia, moderno e bem planejado conjunto residencial, composto por 92 casas que foram repassadas aos moradores a preço de custo, pagos em prestações mensais, no prazo de dez anos, livre de correção monetária.

    Outro grande feito foi a aquisição pela municipalidade do prédio e respectivos equipamentos do Ginásio de Bom Jardim que, depois de maior aporte de recursos e de receber nova denominação (Ginásio Municipal 19 de Julho), passou a proporcionar educação de qualidade, mais abrangente e eficaz à juventude bonjardinense.

    Podem ser elencados, ainda, a assinatura de convênio entre a Prefeitura Municipal e o governo do estado para implantação de novo sistema de abastecimento d’água, oriundo da barragem do Canguengo, construída na divisa de Bom Jardim com João Alfredo; construção de escolas e postos de atendimento médico em várias localidades do município; construção de calçamento, praças, cemitério, pequenos mercados e rede de eletrificação em distritos e povoados; aquisição do acervo da Rede Ferroviária Nacional (RFN), após a extinção do terminal ferroviário de Bom Jardim.

    Essas são algumas das ações realizadas durante as duas gestões como prefeito de Bom Jardim, o que o leva a ser considerado um dos maiores administradores da cidade.

    Seu óbito ocorreu às 8h30 da noite de ontem, 5 de maio de 2025. A população bonjardinense lamenta o falecimento deste grande benfeitor.

    O prefeito Janjão, prestou uma última homenagem denominando de Noé Souto Maior o prédio da prefeitura.

     

  • Morre aos 98 anos, Noé Souto Maior, ex-prefeito de Bom Jardim

    Noé Souto Maior governou Bom Jardim por duas vezes (Foto: Reprodução/ Bom Jardim Notícias)

    Morreu de causas naturais, na noite desta segunda-feira (5), o ex-prefeito de Bom Jardim, Noé Souto Maior, uma das maiores lideranças políticas da região. Ele tinha 98 anos e faleceu na residência em que morava no Centro da cidade.

    Alfaiate, escrevente de cartório, tabelião, prefeito, escritor. A trajetória de Noé Souto Maior está contada no livro “Rabiscos de Memórias dos 90 Anos”, que ele lançou em 2017 e foi homenageado, pela Assembleia Legislativa naquele ano.

    Na obra, ele conta que depois de trabalhar como alfaiate por alguns anos em Recife, seguiu para Moreno, na Região Metropolitana, onde atuou como secretário na prefeitura. Após deixar o cargo, se mudou para Bom Jardim, a fim de assumir uma secretaria municipal.

    A experiência adquirida em Moreno, levou Noé Souto Maior ao primeiro mandato de prefeito de Bom Jardim, entre 1963 e 1967. Depois de ser eleito vice-prefeito em 1972, voltou a comandar a Prefeitura até 1976, em razão da licença de Oswaldo Lima.

    Ana Arraes (filha do ex-governador Miguel Arraes), Noé Souto Maior e Eduardo Campos (Foto: Reprodução/ Divulgação)

    Durante a ditadura militar, (de 31 de março de 1964 a 1.° de janeiro de 1989), Noé Souto Maior fez de Bom Jardim um reduto da esquerda, após perder as eleições, pela primeira vez para o candidato Coronel Sebastião Rufino, do antigo PFL, da direita. Noé foi um dos fundadores do Movimento Democrático Nacional (MDB) em Pernambuco e mantinha fortes ligações com lideranças da esquerda como Miguel Arraes.

    Ele era tabelião aposentado do TJPE, viúvo e deixa cinco  filhos, além de netos e bisnetos. O prefeito João Francisco da Silva Neto (Janjão), decretou luto oficial por três dias e ponto facultativo nos órgãos públicos do município nesta terça-feira (6). O velório acontece na casa do político no centro da cidade e o sepultamento está marcado para às 17h, no Cemitério de Bom Jardim. Antes, o ex-prefeito receberá as homenagens na sede da Prefeitura, às 14h, prédio onde foi a antiga estação ferroviária desapropriada pelo próprio Noé na sua gestão de 1964 para ser a sede do Poder Executivo municipal.

  • Festivais de Repentistas movimentam Frei Miguelinho e Santa Maria do Cambucá

    Dupla Antônio Lisboa e Edimilson Ferreira está entre as atrações ( Foto: Reprodução/ Divulgação)

    Dois Festivais de Repentistas movimentam a região neste Dia do Trabalhador e na sexta-feira (2). O primeiro deles será em Santa Maria do Cambucá, na quinta-feira, 1.° de maio. O evento, que chega à sua 18.a edição este ano, acontece a partir das 19h, no Palhoção Severino Malaquias de Melo com apresentação de Felizardo Moura e participação das duplas:  Raimundo Caetano e Luciano Leonel; Jonas Bezerra e Edvaldo Zuzu; João Lourenço e Hipólito Moura, Ivanildo Vila Nova e Zé Viola; Jairo Silva e Jeferson Silva; Edimilson Ferreira e Antônio Lisboa. O festival contará também com a participação especial da dupla Mário Alves e Luiz Sebastião, que são naturais de Santa Maria do Cambucá. Nesta edição, o homenageado será o ex-vice-prefeito do município, Severino Francisco de Lima, mais conhecido por “Seu Nim”, falecido em 2016.

    Já em Frei Miguelinho, o festival será realizado na sexta-feira (2), às 19h, na Escola Municipal Gaudêncio Assunção, no distrito de Lagoa de João Carlos. As duplas que irão se apresentar são: Raimundo Caetano e Jonas Bezerra; João Lourenço e Daniel Olímpio; Severino Dionízio e Zé Viola; Edvaldo Zuzu e Antônio Lisboa; Hipólito Moura e Edimilson Ferreira; Pedro Paulo e Marivaldo dos Anjos. Haverá também o chamado “Show de Canções” com os conhecidos “Meninos de Guriatã”: Ramos da Saudade e Manoel Mariano.

    A apresentação ficará a cargo de Felizardo Moura e a declamação com Chico D’Assis. O homenageado deste ano será o locutor de Vaquejada e poeta, Zito Barbosa, que faleceu em 2013.

    Os festivais são organizados por Nêgo do Mandurí, que no de Lagoa de João Carlos, tem como parceiro Orlando da Farmácia. Os eventos recebem o apoio das Prefeituras dos seus respectivos municípios.