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Domingo, 23 de Setembro de 2018 09:32

Fernando Guerra

Fernando Guerra

Conjuntura Política

  • Café com Poesia homenageia vereador

    O vereador Fabrício Brito, presidente da Casa Legislativa surubinense, foi o homenageado pela Associação de Letras e Artes de Surubim-ALAS durante a 50ª edição do Café com Poesia que foi realizado no dia 1º de dezembro.
    Na ocasião alunos de várias escolas municipais, contemplados com premiações em concurso de poesia promovido pela educadora Maria José de Brito, recitaram seus poemas. Membros da ALAS saudaram o vereador pelo apoio que tem dado à realização do evento e, na oportunidade, também mostraram suas produções literárias para o público que ocupou o plenário da Câmara Municipal

  • Livro recebe votos de aplausos da Câmara

    A Câmara de Municipal de Surubim, na sessão do dia 6 de novembro, aprovou por unanimidade o requerimento 539/2017 de autoria da vereadora Ivete Ramos contemplando votos de aplausos ao escritor Fernando Guerra pelo lançamento de seu livro Memória das Vaquejadas.
    Em sua justificativa oral, Ivete reportou-se ao autor do prefácio dessa obra, o escritor membro da Academia Pernambucana de Letras, José Nivaldo Júnior. O acadêmico enfatiza que o livro “demonstra com documentação e depoimentos que a vaquejada de Surubim é a mais antiga entre todas as existentes no país (…) colocando Surubim num plano de pioneirismo nacional”.

  • Deputado defende soberania nacional

    O deputado federal surubinense Danilo Cabral tem se destacado com sua atuação em Brasília saindo em defesa da soberania nacional e de questões que interessam de perto à população brasileira.
    A firme oposição à Reforma da Previdência seguindo em rota de colisão com o governo Temer já lhe assegurou espaço no contexto político. Outra questão de grande importância que se encontra na pauta do entreguismo ao capital internacional levado adiante pela cúpula do poder do país, diz respeito à privatização do sistema elétrico brasileiro.
    Danilo, como presidente da Frente Parlamentar em Defesa do São Francisco tem empreendido uma constante luta contra a proposta de venda da Eletrobrás e principalmente da Chesf que se inclui no âmbito da soberania nacional e obedeceria a política entreguista do atual governo federal. Nesse sentido conseguiu aprovar no Congresso que essa questão, antes de quaisquer propostas, viesse a ser referendada pelo voto popular impedindo assim manobras escusas que visam alienar o patrimônio estratégico brasileiro.
    Fez oposição à concessão de incentivos fiscais às petroleiras internacionais que alcançariam o montante de um trilhão de reais.
    A adoção de critérios para os possíveis aumentos do preço do bujão de gás, resguardando as classes menos favorecidas dos sobressaltos provocados pelas altas intempestivas desse produto, é um projeto de sua autoria. Outra medida em defesa dos menos favorecidos diz respeito ao firme posicionamento contra a recomposição do orçamento do Sistema Único de Assistência Social-SUAS.

  • Empresariado acelera descaracterização da cidade

    Nada mais resta do casario do centro da cidade de Surubim do ano de 1948 quando foi tirada esta fotografia. O que prevaleceu foi o mau gosto e a ambição dos empresários

    O mundo inteiro assistiu perplexo e estarrecido, nos últimos anos, milícias talibãs destruírem monumentos históricos milenares do Iraque. Sepultavam definitivamente, parte significativa da identidade do povo iraquiano, em nome de uma visão sectária que os sistemas teocráticos impõem aos habitantes onde se estabelecem. Buscaram chamar a atenção do mundo para as suas lutas, pouco lhes importando a preservação de legados culturais das gerações passadas.
    Com as devidas proporções obedecidas, a população esclarecida de Surubim assistiu dentro do mesmo clima de perplexidade, nas últimas semanas, uma ação orquestrada, em série, de descaracterizações e até de demolições, de edifícios que de certa forma contavam a história da cidade. Essa apoplética reação partiu de um boato nascido após a iniciativa que se tomou de tombamento do prédio da Usina de Algodão, local emblemático na Praça Arlindo Gouveia e que se constitui num monumento preservado dos tempos áureos da cotonicultura em Surubim.
    Dizia-se que pelo menos dez construções seriam tombadas na cidade e isso representava perdas consideráveis para os seus proprietários que ficariam impedidos de promover modificações, vendê-las, colocá-las abaixo etc., etc.
    A reação em cadeia foi devidamente estimulada. Nascida em cabeças que vivem somente para acumular riqueza sem a menor preocupação social, cultural e mesmo esportiva, com a comunidade onde vivem. Alguns deles vivem de forma parasitária, apenas tirando sem dar nada em troca. Desse núcleo nasceu essa boataria que resultou em desfigurações do casario da cidade.
    Desde a demolição da Matriz de São José, em nome do progresso e da modernidade até este momento de agressão à inteligência e à sensibilidade, não se tinha visto o obscurantismo manifestar-se de maneira tão evidente por estes lados.
    Não pretendemos dar nomes aos bois, mas encaminhamos pedidos de providências ao Ministério Público e à municipalidade para que envidem esforços no sentido de resguardarem o patrimônio cultural do município, evitando dessa forma que outras vezes tenhamos que assistir espetáculos deprimentes dessa natureza.